Todos temos direito à vida, assim que nascemos.
O direito à vida não é condicionado só pela biologia. Acontece sempre que há liberdade de escolha e condições socioeconómicas para gerar, acolher e criar um ser humano que possa ser amado, estimado e integrado, no meio onde vive, tornando assim possível o seu nascimento.
O ser é sempre uma construção cosocial e um desejo individual, ou partilhado de o trazer ao mundo, no ambiente socioafetivo e cultural que o rodeia.
O ser humano não nasce pronto: forma-se na relação com o outro e o meio. A vida não é só existir biologicamente, é o direito a ser desejado, amado e respeitado.
É nascer num meio onde a dignidade possa andar de mãos dadas com a evolução cognoemocional de cada um de nós, no decorrer de toda a nossa existência.
O direito à vida é um princípio fundamental quando estão reunidas as seguintes condições, salvo princípios alguns princípios éticos e biológicos.
É liberdade de escolha e deve ser protegido pelas sociedades evoluídas.
É inegociável e deve ser protegido quando se decide gerar uma vida.
Para ter direito à vida há que reunir as seguintes condições:
Ter acesso à saúde, segurança, alimentação, habitação, educação.
Assegurar todos os outros princípios.
A vida digna exige responsabilidade cosocial
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